operação estável

[ para indústria e manufatura ]

TI que opera nos turnos,
não só no horário comercial.

Quando a produção para por causa da TI, o custo aparece rápido. A gente entra para cobrir a operação e tirar o time do improviso.

Para quem a gente foi feito nesse segmento

Indústrias médias brasileiras entre 50 e 300 colaboradores — manufatura, logística, alimentos, metal-mecânica — que têm um TI interno de 1 a 3 pessoas sobrecarregado ou um fornecedor genérico que não entende a diferença entre rede de escritório administrativo e rede de chão de fábrica. Se o seu ERP (Totvs, SAP, Sankhya) é crítico, se você tem turnos, e se qualquer hora parada tem custo real — esse é o encaixe.

  • Ambientes com ERP crítico (Totvs, SAP, Sankhya) que não pode ter janela de manutenção surpresa
  • Operações em turno que precisam de suporte disponível além do horário comercial
  • Chão de fábrica com leitores de código, coletores, balanças e CLPs que quebram e precisam voltar rápido
  • Escritório administrativo em M365 ou AD que precisa funcionar junto com a operação de produção
  • TI interno de 1–3 pessoas que está preso em suporte reativo e não tem tempo pra projeto

O que para a linha
e ninguém documentou

  1. 01

    OT e IT como mundos separados — quando colidem, viram parada não planejada

    A rede do escritório administrativo e a rede de produção cresceram separadas, sem política de segurança unificada. Quando o MES precisa se comunicar com o ERP, ou quando um incidente em um lado contamina o outro, a parada não planejada chega sem aviso. Convergência OT/IT bem feita protege a operação sem comprometer a rastreabilidade de lote e o apontamento de produção.

  2. 02

    Dispositivos de chão de fábrica sem suporte ágil — leitor trava, linha para

    Leitor de código que parou de ler no início do turno, coletor de dados com bateria vencida que ninguém reportou, balança descalibrada que bloqueia a ordem de fabricação. São os problemas que parecem pequenos no papel mas travam o picking por horas. TI que opera só no horário comercial não resolve isso — e fornecedor genérico geralmente não tem protocolo para dispositivos de chão de fábrica.

  3. 03

    ERP instável sem janela de manutenção negociada com a operação

    Totvs ou SAP com atualização feita no momento errado, banco de dados sem backup auditado, servidor de aplicação sem monitoramento ativo. O ERP caiu no fechamento do mês, no inventário, no início do turno da manhã — e as ordens de fabricação travaram junto. Parada planejada tem custo controlado. Parada não planejada no meio de um setup de máquina tem custo de produção perdida e não tem justificativa pro gestor de operações.

Resultados concretos para
indústrias e manufatura

24/7
Cobertura de suporte por turno

SLA definido por turno. Incidente crítico em linha de produção atendido fora do horário comercial — com time técnico direto, não atendente de plantão.

0
Paradas não planejadas por manutenção

Janela de manutenção negociada com a operação, comunicada com antecedência e documentada. Sem atualização de ERP que cai no meio de um turno ou durante apontamento de produção.

1
Time responsável pelo ambiente inteiro

Rede administrativa, chão de fábrica, ERP, WMS, endpoints e M365 — tudo com um único ponto de contato. Sem jogo de culpa entre fornecedores quando a ordem de fabricação trava.

Indústria não é escritório.

Fornecedor genérico nunca pisou em chão de fábrica. Não sabe o que é apontamento de produção, não sabe que ordem de fabricação travada no MES é emergência, não sabe que leitor de código parado no turno da madrugada não tem workaround manual. O SLA de 4 horas foi desenhado para escritório, não para turno de fábrica.

A gente entende que TI em ambiente industrial é infraestrutura de produção. ERP Totvs ou SAP instável não é inconveniência — é custo de parada. Dispositivos de chão de fábrica — leitores, coletores, balanças, CLPs — precisam de protocolo de suporte diferente de endpoint de escritório. Rastreabilidade de lote e WMS exigem integração documentada, não gambiarra que ninguém mais consegue dar manutenção.

O relatório mensal que a gente entrega usa linguagem de operação: disponibilidade de sistema por turno, incidentes que impactaram produção, janelas de manutenção da próxima quinzena. O supervisor de produção entende — não só o TI.

próximo passo

Assessment da operação industrial em 48 horas

A gente olha a operação industrial e mostra o que está estável, o que está em risco e o que vale resolver primeiro.

Falar sobre a operação

[ pronto pra conversar? ]

ERP crítico, turno que não para,
chão de fábrica sem cobertura — a gente resolve.

Você conta o contexto da operação e a gente mostra por onde faz mais sentido começar.