operação estável

[ para clínicas e consultórios ]

TI que não trava o consultório
com o paciente na sala.

Clínica não pode travar no meio do atendimento. A gente entra para organizar a operação, proteger o ambiente e evitar que o paciente sinta o problema primeiro.

Para quem a gente foi feito nesse segmento

Clínicas e consultórios entre 30 e 200 pessoas com prontuário eletrônico — iClinic, Memed, Doctoralia ou ERP próprio —, agendamento digital, faturamento e M365 ou Google Workspace pra área administrativa. Ambientes com dispositivos compartilhados entre salas, redes que cresceram por demanda e nenhum padrão de acesso documentado. Se você tem CFM, LGPD de dado sensível categoria especial e ainda não tem política de segurança que você conseguiria apresentar numa auditoria — esse é o encaixe.

  • Clínicas com prontuário eletrônico crítico para o fluxo de atendimento
  • Ambientes onde dado de saúde é categoria especial de LGPD — sem margem pra vazar
  • Times com dispositivos compartilhados entre consultórios sem política de acesso
  • Redes de clínicas com múltiplas unidades precisando de acesso remoto seguro
  • Gestores que precisam de relatório técnico que resista à auditoria do CFM

O que a recepção resolve
chamando o "TI do sobrinho"

  1. 01

    Prontuário eletrônico off-line — paciente sentado, recepção chamando o "TI do sobrinho"

    Quando o sistema de prontuário cai no meio do período de atendimento, não tem workaround aceitável. Paciente espera, consulta atrasa, equipe entra em modo de apagão. Fornecedor genérico resolve em 4 horas — tempo que já travou a agenda do dia. A gente define SLA com primeira resposta no horário de atendimento, direto com engenheiro sênior responsável desde o primeiro contato.

  2. 02

    Dado de saúde é categoria especial de LGPD — vazamento abre inquérito no CFM

    Dado de saúde não é dado pessoal comum. É categoria especial na LGPD — tratamento exige base legal específica, consentimento documentado e política de segurança auditável. Vazamento não é só multa da ANPD. É abertura de processo no CFM e risco de responsabilidade civil do profissional de saúde. Sem backup auditado, sem controle de acesso, sem documentação — o risco é real e crescente.

  3. 03

    Dispositivo compartilhado sem padrão de acesso — cada médico loga de qualquer jeito

    Impressora, equipamento de ultrassom, ECG conectado, tablet da recepção — compartilhados entre salas, sem política de acesso, sem MFA, sem rastreabilidade de quem acessou o quê. Num ambiente com dado sensível de categoria especial, isso não é só problema de TI. É falta de evidência numa auditoria do CFM ou da ANPD. A gente documenta, configura e mantém a política atualizada.

Resultados concretos para
clínicas e consultórios

100% sênior
quem atende seu ticket

SLA de helpdesk definido em contrato para o horário de atendimento da clínica. Engenheiro sênior no primeiro contato — sem fila de triagem.

Semanal
Backup auditado com teste de restore

Rotina de backup com teste de restore documentado toda semana. Evidência de recuperabilidade no relatório mensal — não só confirmação de que rodou.

1 doc
Política de acesso pronta pra CFM

Política de acesso de dispositivos e sistemas documentada e assinada, pronta pra apresentar em auditoria do CFM ou da ANPD sem precisar correr atrás de evidência.

Clínica não é empresa genérica.

Tempo de consulta é tempo do paciente — não da TI. Quando o prontuário eletrônico trava no meio do atendimento, cada minuto parado é um paciente esperando e um profissional que não consegue trabalhar. Fornecedor genérico que resolve em 4 horas já perdeu o turno da manhã.

A gente entende que dado de saúde é categoria especial de LGPD — com base legal específica, consentimento documentado e auditoria que resiste ao CFM. Entende que dispositivo compartilhado entre consultórios sem rastreabilidade não é gambiarra de TI — é passivo jurídico do profissional de saúde. E que o relatório de conformidade tem que ir pra auditoria, não só ficar na gaveta.

Por isso o engenheiro que atende a clínica conhece o fluxo de consulta antes de abrir o primeiro ticket. Por isso o SLA é medido no horário de atendimento, não em média do mês.

próximo passo

Assessment da clínica em 48 horas

A gente olha o cenário da clínica e mostra o que está estável, o que está em risco e por onde começar.

Falar sobre a clínica

[ pronto pra conversar? ]

Prontuário sem SLA e dado de saúde
sem LGPD documentada — a gente resolve.

Você conta o contexto da clínica e a gente diz o que faz sentido ajustar primeiro.